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O factor distintivo de um ‘bom engenheiro’ é a forma como, intuitiva ou formalmente, analisa as potenciais falhas do sistema, processo ou componente com que está a trabalhar. No entanto, nos dias de hoje, os produtos são cada vez mais complexos, os seus sistemas e componentes têm interacções e interdependências cada vez mais fortes, que sem abordagens eficazes e estruturadas jamais será possível competir num mercado globalizado e de exigência crescente.
Apesar de originários da Indústria Automóvel, os conceitos e métodos de Engenharia da Qualidade e de Planeamento Avançado da Qualidade [Advanced Product Quality Planning – APQP] têm vindo a ser adoptados por cada vez mais indústrias – afinal, a competitividade das empresas depende largamente da sua capacidade de lançar novos produtos rapidamente e com elevadíssimos níveis de qualidade.
Estes métodos de Engenharia da Qualidade materializam os conceitos de ‘prevenção de defeitos’ e de ‘melhoria contínua’, ajudando a contrariar a famosa “Lei de Murphy”.
Não é por acaso que a Toyota, que também aplicou os conceitos “lean” ao desenvolvimento e lançamento de novos produtos, afirma peremptoriamente:
“Nós contrariamos o conceito popularizado pelos nossos concorrentes – nunca têm tempo para planear e fazer bem à 1ª vez, mas têm sempre tempo para fazer 2 vezes”.
Sendo inequívoca líder de mercado, a ProfitAbility Engineers, dispõe de uma série de serviços especialmente desenvolvidos para ajudar a empresas a lançar novos produtos de forma mais rápida, sem compromisso nos índices da qualidade e de satisfação dos clientes, com um menor custo final [afinal, “nem sempre devagar, se vai longe!”].

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